segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O final de semana foi muito gostoso e intenso. Dormi quase nada... quase não li, não trabalhei na minha monografia, não li Ferrez nem Koch... Mas badalei horrores! Vamos aos agradecimentos: Vanis, fodilda! Obrigada pelo convite da festa sexta, adorei muiiiiito! Da próxima vez a gente se joga no pole dancing! Ahahahah... Deram folga pras putas e colocaram a gente no lugar! Ahahahah... Não pensem bobagens, hein! rs. Clau, obrigada por me buscar no metrô, por compartilhar amigos, momentos, conversas e até o palco (só você mesmo pra me fazer cantar!! rs). Cris obrigada pela tórrida noite de amor ahahaha... pela cama quentinha e por acordar às 8h30 da manhã num domingo pra me levar até o metrô! Obrigada Mamy por me levar as fotos e por cuidar das minhas filhas! Tias queridas, lindas, amadas: vocês são demais! Gi, força na peruca que o bar vai arrebentar! Segura as pontas que eu vou contigo até o fim do mundo! Beijos a todos os novos amigos também. Ontem fui ao cinema. Quero falar do filme, como eu sempre faço aqui. Vamos lá:

Na Natureza Selvagem

Into The Wild é a adaptação de um livro-reportagem escrito por Jon Krakauer, sobre Christopher McCandless, um jovem americano que abandonou tudo para virar um andarilho pela América. Impressionante saber que esse cara realmente existiu, fiquei passada! Essa coragem, essa energia libertadora que o levou a extremos e a reflexões foda. Fiquei fã do cara, porque ele aprendeu, no último momento, mas ele descobriu o que ele foi buscar tão longe e que estava dentro dele há muito tempo. O filme escrito e dirigido por Sean Penn - que me surpreendeu, mesmo eu não sabendo se esse foi seu primeiro longa – me agradou muito. O que ele se propõe a dizer, ele diz e diz muito bem; sem contar a fotografia e a trilha do Eddie Vedder que é demais - aliás, estou ouvindo agora, graças a minha amiga Tânia, que como eu, é apaixonada por ele - e os atores que estão muito bem também. E refleti com o filme, junto com esse jovem que na ilusão da liberdade extrema e independência total percebe que “a felicidade só existe realmente quando compartilhada”. Mas ao mesmo tempo ele ensina muito. Todos nós temos que adentrar um dia na caverna do Eremita que habita em nós e compartilhar da nossa própria companhia, para nos conhecermos melhor, para crescermos... E isso só se resulta na solidão, mas as relações e o amor, antes mesmo que a verdade – que era o que ele buscava mais que tudo – são essenciais para a nossa vida. Viva as mudanças, regenerações, cura, movimentos, novidades, o planejamento, o equilíbrio, as comunidades, às formas de se viver a vida. Viva o amor; o amor que existe nas amizades verdadeiras e a liberdade –principalmente a liberdade de si mesmo. Nota: 10!

Paz e bem!

2 comentários:

claudia disse...

Menina linda e boba..rsrs nem tem que agradecer, é sempre um prazer ter voce junto com a gente..de verdade, e vc sabe disso..e qto te pegar no metro...ahh fala sério ne oww..é o minimo que vc merece...desde que nao me de o nome da estação errada..kakakakaka
beijinhos.,.amo vc!!

T A L I T A disse...

Eu sei querida! Mas é sempre bom agradecer!! Também amo você!!!!!!
grande beijoooooooooo!